EL SIMBOLISMO HERMETICO OSWALD WIRTH PDF

Nos hemos ocupado de otras tareas. La alquimia no es, y no fue, lo que piensa el vulgo. Se ha dicho que la palabra le fue dada al hombre para que pudiera disimular su pensamiento. Estos inconvenientes de la palabra no han pasado por alto a los pensadores serios, que siempre se han negado a dejarse aturdir por el ruido de las palabras.

Author:Metilar Dull
Country:Reunion
Language:English (Spanish)
Genre:Health and Food
Published (Last):12 July 2005
Pages:218
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ISBN:871-7-61138-966-4
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Mais frente melhor explicaremos este assunto. Aqui simplesmente comprovaremos que a Cruz com os braos iguais, une-se facilmente ao crculo no qual ela se inscreve para realizar uma conciliao ideal dos contrrios. Mas no nos adiantaremos na explanao antes de examinar sucessivamente cada um dos fatores da ttrade hermtica: Para representar a Unidade o mais conveniente traar uma nica linha cujos extremos se unem, desaparecendo.

Uma linha comum no nesse sentido to significativa, porque reconhecemos nela uma linha interrompida, imagem do Ternrio, tendo-se em conta seu corpo, ou seus dois extremos. Falando mais especificamente, a Unidade no pode ser representada. Concebe-se, mas no se v em parte alguma. Seu mais perfeito smbolo o ponto matemtico, estritamente imperceptvel, que devemos situar de forma abstrata na interseco de duas linhas ou no centro de um crculo.

Nascida do nada, a linha, ao avanar de frente ou ao girar sobre si mesma, faz-nos conceber a superfcie que por sua vez se eleva, desce, oscila sobre um de seus lados para dar-nos a idia do slido tridimensional. Esta gerao intelectual e o que o esprito humano assim abstrai do nada a geometria.

A impossibilidade de formarmos uma idia fiel da Unidade, obriga-nos a retornar ao crculo, emblema tradicional daquilo que no tem comeo nem fim. Ante a necessidade de animar uma figura geomtrica extremamente esquemtica, os alquimistas gregos viram no crculo, uma serpente mordendo a prpria cauda, a Ourboros.

Os gregos partiam desta unidade em suas especulaes e a ela sempre se referiam para apreciar, em sua relao, o valor das coisas. No se furtavam de afirmar que esse Todo equivale ao Nada para o emprico que s considera real aquilo que objetivamente constata.

Da a idia da matria prima da Grande Obra, que os tolos no vem em parte alguma e que os sbios adivinham em tudo. Entretanto, no convm dissertar em vo sobre o Zero , pois este vazio no pode ser o Nada, uma vez que o Todo-Uno, nada deixa fora de si mesmo. Vazio e Nada so palavras enganosas. Tudo est cheio de "alguma coisa". Tem sido figurada como uma substncia extremamente diluda, sem nenhuma outra qualidade que aquela de expandir-se indefinidamente.

Os babilnios no deram nome a esta substncia, ainda que a poetizassem em Tiamath, a esposa de Aps, o abismo sem fundo, o deus negro primordial que dorme, se compraz em si mesmo, e recusa-se a criar qualquer coisa que seja. Este deus inativo da noite no pode ser representado a no ser por um disco negro , porque o deus das trevas incriadas que se supem anteriores a todo o porvir. Para agrad-lo e a ele se unir, Tiamath, sua esposa, volatiliza-se.

Sal filosfico por excelncia, princpio dos outros Sais, dos minerais e dos metais, conforme a definio de Antoine Joseph Pernety, em seu Dictionnaire mytho-hermtique. Nenhuma propriedade do almen vulgar justificaria esta proeminncia. Daria a impresso de que houvera um jogo de palavras, porque o Almen Alun em francs evoca o Uno, substncia fundamental, anloga ao Eter que constitui a essncia ntima das coisas, sua trama sutil desprovida de qualidades diferenciadas.

Dito de outra forma: o substrato, imaterial de certo modo, de toda a materialidade. Nas cosmogonias o Caos primitivo mergulhado na homogeneidade, no qual se confunde tudo o que toma forma e qualidades que o distinguem. Tiamath antes do furor que, por condensao, turba bruscamente sua limpidez, e transforma esposa de Aps em gua densa e salgada, de onde surgir a criao. Mas, para que os seres e as coisas possam ser tirados desse pretenso Nada, necessrio que esse Nada seja, at certo ponto substancial.

Quando o esprito humano evoca a imagem de um Abismo sem fundo, chamando-o Aps, ou ainda melhor, o abismo do espao infinito personificado por Urano, v-se consequentemente obrigado a preencher o vazio que imaginou, com Tiamath ou com Rea, divinizaes da substncia etrica expandida pelo infinito.

Esta substncia no ainda algo, isto , uma coisa propriamente dita, susceptvel de ser distinguida. Se imaginamos morta esta substncia caimos em erro, porque ela est essencialmente viva e, por isso, Tiamath foi sempre considerada a me de toda vida. Para preencher o Universo necessrio vibrar sem limites, sob a ao do dinamismo infinito.

As vibraes transmitem-se integralmente num meio homogneo, como aquele que atribudo substncia primordial. Nada detm as ondas do Oceano csmico, que segue uniformemente fludo, sem que coisa alguma seja formada em seu seio.

Qual pois, o mistrio da criao? Como foi fecundada a esterilidade? Graficamente a. Um centro que emana ondas circulares, como uma pedra lanada na gua, a imagem evocada. Assim tem imaginado os antigos sbios o movimento animador do Cosmos. Imaginaram uma radiao que parte de um centro e se propaga interminavelmente em todos os sentidos atravs do espao, como a luz que emana de uma lmpada luminosa.

Mas o termo Luz foi escolhido por analogia, porque a Verdadeira Luz no aquela que golpeia a retina. Os cabalistas entendem por Aor Ensoph, Luz infinita, o agente que desvenda o caos antes das prprias luzes celestes, para ns simples centros de luz fsica. Na pura realidade, porque a luz data do comeo, mas as palavras burlam-se dos pensamentos fazendo surgir as discusses estreis. O que o comeo, quando falamos de alguma coisa que no tem princpio e nem fim?

Filsofos prudentes e taciturnos, os hermetistas traaram limites ao tratar da soluo do problema da origem das coisas. Ainda que referindo-se Luz em si, preexistente aos objetos iluminados, no se detiveram neste fantasma subjetivo. Para eles, somente a Luz que ilumina digna de atrair a ateno.

Mas no confudamos: Luz que ilumina significa aqui, agente ativo. Mas, como representarmos uma ao efetiva, seja como ela for? Convm distinguir, antes de mais nada, um centro do qual parte a ao ponto central do crculo , depois, a prpria ao em sua atividade ondulao ou irradiao , e finalmente, o resultado da ao circunferncia do crculo.

Visto desta forma, o smbolo relaciona-se com o Grande Agente primordial, que se ope a si prprio para engendrar em primeiro lugar as formas e, posteriormente, as aparncias compactas.

Este agente o criador de todas as coisas, mas, na ordem dos metais, realiza sua obra mestra ao refletir-se no Ouro, que tem o mesmo smbolo do Sol. O agente fecundante ope se ao paciente fecundado. Os alquimistas so inclinados a comparar o Sol e a Lua, como uma dualidade indissolvel, pois a seu modo de ver, a Lua torna-se a reveladora do verdadeiro Sol espiritual, cuja claridade no afeta diretamente nem aos sentidos nem ao entendimento.

A Lua tem seu espelho que nos transmite a luz solar. Equivale a converter a Lua em Isis, me de toda objetividade, e ao Sol, oculto como Osiris, no pai da espiritualidade.

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El Simbolismo Hermetico

Estos astros errantes efectuaban en el cielo el mismo trayecto que la Luna y el Sol. Pero esto nos lleva al concepto del Mercurio de los Sabios, en el Hermetismo 1. Es el pensamiento dirigente en el hombre, la dignidad que se siente responsable y que reina sabiamente sobre el conjunto de la personalidad. Ata a la tierra y vuelve esclavo de las necesidades —es el que fuerza al hombre a trabajar para alimentar su cuerpo. Ya tendremos la oportunidad de volver sobre el asunto.

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Oswald Wirth

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